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Porto Alegre RS - 20/06/2017

Cuidados com os animais de estimação nos meses de inverno

* Texto de: Ari Teixeira - Edição de: Andrea Brasil em 20/06/2017

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Foto: Divulgação/PMPA
O excesso de chuvas, a proximidade do inverno, que inicia oficialmente no próximo dia 21 de junho, exige atenção especial aos animais de estimação. Cobertores, espaços bem abrigados nas residências, especialmente à noite, quando as temperaturas baixam são cuidados básicos nas rotinas. A médica veterinária Kátia Gueiral Lima, da Unidade de Medicina Veterinária (UMV), da Diretoria dos Direitos dos Animais da prefeitura, detalha procedimentos importantes para esse período, desde a alimentação aos cuidados de higiene, alimentação e roupas especiais.

“Na hora de vestir nossos pets, por exemplo, devemos cuidar para o fato de que alguns são alérgicos a tecidos sintéticos, como acontece com muitos de nós”. As roupas também podem provocar nós em pelagens longas, alguns bem difíceis de tirar. Roupas confeccionadas em algodão e que não atrapalhem a movimentações dos animais são as mais recomendáveis.

Banho e passeios - Outros cuidados importantes são com o banho e horário de passeios. Secar bem o animal, após uma ducha com água morna, afasta a possibilidade de fungos na pele e doenças como otite. “Na lavagem, se deve evitar o uso de substâncias irritantes, preferindo sempre produtos leves como o sabão de coco ou glicerina”, alerta. Os passeios devem, preferencialmente, acontecer em horários de sol.

Vacinas em dia - Os dias de frio não significam que se deva descuidar de itens importantes para a saúde animal, como a aplicação de vacinas. “Comumente, no inverno, as pessoas diminuem o controle de ectoparasitas como pulgas , carrapatos e mosquitos. É um grande erro pois mesmo em menor número, eles continuam no ambiente provocando doenças e processos alérgicos”, explica Kátia. O recomendável é manter o uso de coleiras inseticidas e produtos tópicos.

Gripe e febre - Animais também contraem gripes. Em caso de temperatura corpórea do cão ou gato mais elevada, esta deve ser aferida com o uso de termômetros locais adequados e não pelo nariz como muitos tentam. “O animal com febre fica abatido, diminui a alimentação, com sintomas muito parecidos com os nossos e deve ser imediatamente encaminhado para consulta”, afirma a médica veterinária.

Medicação e alimentação - Outro erro é o uso de substâncias anti-inflamatórias que podem provocar o óbito do pet, vitima de perfuração gástrica. “Os felinos, por exemplo, são intolerantes a medicações como o paracetamol , o que tem levado muitos à morte”, lamenta. A quantidade e o tipo de ração oferecida aos animais deve ser a mesma nas quatro estações do ano.
* Prefeitura Municipal


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