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Das Poesias

João Gilnei Souza de Borba

Das poesias que leio
Brotam sentimentos e fugas,
No regaço dos teus seios
Contrapostos ás minhas rugas.

Das poesias que sinto
Em espirituais saudades.
É o medo do que eu minto,
Disfarçando as vaidades.

Das poesias que sei
Por ouvir, por escutar.
De muitas até fiz lei.
Tentando parar de errar.

Das poesias que penso,
Flutuando em minha mente.
Em quase todas só penso,
E as perco eternamente.

Das poesias que escrevo
Ao brotarem do meu peito,
As vejo em alto relevo
Tão logo eu as tenha feito.

Das poesias que gosto,
Brilhando em meu pensamento.
Não as ponho para sócios,
São do meu departamento.

Das poesias que passo,
Adiante para que saibam.
Só eu sei por que as faço,
Onde quer que elas caibam.

Das poesias que estudo
Decifrando o conteúdo,
Jamais saberei de tudo,
Sou cego, sou surdo e mudo.
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