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Sem título

Jones Nunes

De ti nada sei.
De onde vens.
Quantos amou.
Me basta saber
Que agora é minha vez.
... e que a noite se prolongue
infinitamente...


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Por que me devolves esta imagem cansada
Este olhar sem brilho,
Estas rugas marcadas,
Esta tristeza epidérmica.
Por onde eu andava
Que não vi estas marcas
Que se fundiram a minha alma?
Espelho meu, eu quero uma vida!
Quem eu fui já morreu.


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Beijo tua boca proibida
E sou todo desejo.
Enquanto minhas mãos te descobrem
Sugo tua alma em goles curtos,
Para gozar teu assombro.
Pobre romance suburbano
Escondido por paredes alugadas.
Golfadas curtas de um amor banal.
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